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A coligação de Dilma Rousseff (PT) entrou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com quatro representações pedindo direito de resposta a propagandas veiculadas pela coligação do adversário José Serra (PSDB).
Três representações pedem direito de responder aos vídeos em que o PSDB relaciona Dilma à ex-ministra Erenice Guerra e às acusações de lobby e tráfico de influência na Casa Civil.
A quarta representação diz respeito à atuação da petista à frente da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre (RS).
Duas das representações tinham pedidos de liminar, que foram negados.
A defesa de Dilma afirma que a propaganda é "injuriosa, pois pretende diminuir a candidata Dilma Rousseff, afirmando que ela não vai conseguir escolher seus auxiliares".
O relator, ministro Joelson Dias, entendeu preliminarmente que se trata de mera crítica política.
A outra liminar negada refere-se a propaganda de rádio que trata das contas da prefeitura de Porto Alegre à época em que Dilma foi secretária.
Os advogados da candidata dizem que a peça é difamatória, "pois afirma que a candidata Dilma Rousseff deixou a secretaria com um rombo tão grande, que a prefeitura precisou pedir um empréstimo no banco para pagar os funcionários".
No entanto, a ministra Nancy Andrighi avaliou que se trata somente de uma crítica política "que, embora contundente, nos termos da jurisprudência desta Corte não viabilizaria a concessão de direito de resposta".
As outras duas representações não têm pedido de liminar. |